segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Comércio no Natal deve crescer até 3%

A estimativa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para as vendas de Natal em 2018 na capital paulista é de que o movimento apresente crescimento médio de 2% a 3%. É um resultado mais fraco do que o do Natal de 2017, quando as vendas aumentaram 4,5% frente ao ano anterior.

“A economia está em marcha lenta. E a disparada do dólar, que está perto dos R$ 4, sendo que em 2017 estava próximo de R$ 3, está pressionando o preço de produtos importados que compõem a cesta de final de ano, como bacalhau, vinho e eletrônicos”, declara Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Ele comenta que os eletrônicos também podem ser afetados pela antecipação de compras desses produtos na Black Friday. “Mas outros itens, especialmente brinquedos, roupas e artigos de uso pessoal devem ter desempenho melhor”.

Por outro lado, o presidente da ACSP avalia que, “passado o período de incertezas eleitorais, a confiança do varejo e do consumidor está maior, o que pode até levar as vendas de Natal a terem resultado melhor do que o estimado”.

Como economizar nas compras?


Nas compras de última hora, é preciso atenção redobrada com as finanças, evitando o descontrole e o endividamento nos últimos dias do ano. Com educação financeira, é possível montar a ceia e comprar presentes sem comprometer o bolso, traçando um planejamento antes de ir ao mercado e às lojas.

“Quem não se programou para fazer as compras à vista, precisa estar atento aos gastos no cartão de crédito, evitando o descontrole financeiro já nos primeiros meses de 2019. O ideal é agir, neste momento, de acordo com o padrão de vida, respeitando o orçamento”, orienta Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira dos Educadores Financeiros).

E completa: “Procure destinar a segunda parcela do 13º salário, inteiramente ou grande parte, para a poupança dos sonhos da família, dando o primeiro passo para que o próximo ano seja repleto de realizações”, orienta Domingos. Confira abaixo 12 orientações para fazer compras de final de ano de última hora.

Como economizar no mercado:
1. O movimento no comércio é muito grande nos dias que antecedem o Natal, portanto vá às compras com paciência e tranquilidade – a pressa para ir embora pode te levar a pagar mais caro;

2. Verifique o número de pessoas e controle para que a “mesa farta” não vire um festival de sobras e desperdício;

3. Para ter itens mais frescos e baratos, vá a feiras livres de seu bairro;

4. Ao comprar itens em grande quantidade, como carnes e bebidas, vá a mercados atacadistas e aproveite as promoções;

5. Troque alimentos e bebidas caros e importados por itens nacionais e mais baratos, sem perder no sabor ou na qualidade;

6. Divida as despesas entre os familiares e amigos para que os anfitriões não precisem arcar com tudo sozinhos;

7. Cada um pode levar um prato ou uma bebida – além de ficar leve para o bolso, aumenta a diversidade de pratos saborosos;

8. Evite pagar alimentos no cartão de crédito ou fazendo parcelamentos, afinal no início de 2019 há outras despesas típicas, como IPTU, IPVA e material escolar. O acúmulo de parcelas pode levar ao descontrole financeiro;

Como economizar nas lojas ao comprar presentes:

9. Faça uma lista com os nomes de quem vai presentear e o quanto pretende gastar, para não correr o risco de extrapolar na hora das compras;

10. Por menos tempo que tenha disponível, pesquise preços em pelo menos três lojas diferentes. Com a praticidade das lojas online isso se tornou muito mais rápido e fácil.

11. Negocie sempre, sem pressa e com bom humor. Se for pagar à vista, não tenha vergonha de pedir descontos; valorize seu dinheiro;

12. Após o Natal é comum haver liquidações e promoções, portanto se puder deixar para presentar neste período, encontrará bons preços.



quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Filhos participam na decisão de compra dos presentes de Natal


O Natal é a data que mais movimenta o comércio em todo o ano e, é claro, as crianças ficam em grande expectativa por conta dos presentes. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 50% dos filhos participam de alguma maneira no processo de escolha dos presentes que receberão dos pais. Segundo o levantamento, 41% dos pais dividem com os filhos a decisão de que presentes vão ser comprados, outros 9% deixam as crianças decidirem sozinhas o que irão ganhar. Já para 47% dos entrevistados, a decisão é centralizada, sem abertura para a participação dos filhos.

Fazer com que a criança participe do processo de compra é também uma oportunidade para inserir a educação financeira na vida dos filhos e isso tem impacto direto nas finanças da família. É o que mostra a 1ª Pesquisa de Educação Financeira nas Escolas, a única realizada sobre o tema no País.

Em parceria entre o Instituto de Economia da UNICAMP, por seu Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia (NEIT), o Instituto Axxus e a Abefin, o levantamento contemplou 750 pais/responsáveis de alunos com idade de 04 a 12 anos de cinco capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Goiânia e Vitória, em escolas adotantes e não adotantes do Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas. O resultado mostra que 71% dos filhos que têm educação financeira na escola ajudam os pais a comprar de forma consciente, enquanto outros 45%, não educados financeiramente, pedem tudo em uma situação de compra.

O especialista em educação financeira e presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, afirma que é importante fazer com que a criança participe do processo de compra, porém com algumas ressalvas.

“Deixar com que os filhos também tomem decisões na hora da compra é válido para mostrar que existe todo um processo para a aquisição de produtos, contudo é necessário uma conversa prévia, antes mesmo de sair de casa, estabelecendo um limite de valor a ser gasto”, explica Domingos.

Sabemos que as crianças, mesmo quando pequenas, estão constantemente expostas a propagandas na televisão e na internet, além de observar as reações dos pais, por isso o especialista ressalta que é fundamental dar o exemplo. De acordo com Reinaldo, também é preciso ficar atento para não comprometer as finanças da família por conta de atitudes impulsivas, lembrando também das contas típicas de início de ano como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar. “Não é possível cobrar dos filhos uma atitude que nós não temos. Se a criança vê o pai lidar com o dinheiro de uma forma desorganizada, é muito provável que ela tenha aquilo como normal, sendo assim uma referência negativa. É importante verificar se determinada compra irá realmente caber no orçamento da família para não começar 2019 no vermelho”, conclui.

Presente para adultos

Já uma boa pedida para o Natal, em se tratando de adultos, é um produto bom para o corpo e para a mente. Massagem é algo que não há quem não goste, quando feita com qualidade então, pode trazer benefícios imensos. É isso que a Poltrona de Massagem Coral proporciona, com 78 Airbag espalhados pela poltrona e oito programas de massagem automática, que inclui a massagem 3D, a Poltrona faz com que as massagens se tornem muito mais sofisticadas. Além de todo luxo e glamour, a Poltrona de Massagem Coral oferece autofalante externo, permitindo que você conecte seu Smartphone na poltrona e escute suas músicas, incluindo uma tecnologia em que você pode sincronizar a massagem no ritmo da música escutada. Veja os modelos no site www.massagear.com.br

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

O impacto da depressão na saúde

Evidências médicas demonstram que a adoção de terapias de combate à doença pode diminuir os riscos para o coração de maneira bastante significativa

Engana-se quem imagina que os prejuízos gerados pela depressão estão relacionados apenas à saúde emocional ou às relações interpessoais. Considerada como o “mal do século XXI”, a depressão também potencializa uma série de problemas de saúde. “Além de estar entre os fatores de risco para diferentes cardiopatias, a depressão também figura entre os aspectos que mais contribuem com a piora dos prognósticos para pacientes que se recuperam de infarto e AVC, por exemplo”, revela o Dr. Pedro Rosa, psiquiatra do HCor.

O médico explica que, em um primeiro momento, isso ocorre porque indivíduos deprimidos costumam ter hábitos pouco saudáveis, como praticar pouca ou nenhuma atividade física, má alimentação e fazer uso excessivo de substâncias como álcool e nicotina. “Pacientes com depressão costumam apresentar uma falta de motivação tamanha que os impede de aderir corretamente a tratamentos medicamentosos. No caso de indivíduos depressivos, que já passaram por um infarto, este fator é justamente o que mais dificulta o processo de recuperação”, afirma o psiquiatra.

O inverso também acontece. Ou seja, pessoas que nunca tiveram depressão passam a conviver com o problema, assim que desenvolvem doenças cardiovasculares mais graves. E isso não se deve apenas aos temores e preocupações comuns em situações desse tipo. “Pesquisas recentes demonstram que fatores presentes em pacientes cardiopatas com quadros inflamatórios, alterações plaquetárias e excessos na produção de noradrenalina também podem desencadear distúrbios psiquiátricos ou neurológicos, entre os quais, a depressão”, explica Dr. Pedro Rosa.
A importância da família e dos profissionais da saúde:
O sinal mais evidente de uma depressão é caracterizado por sensações profundas de tristeza que não passam ou não diminuem com o tempo. “É fundamental que as famílias procurem ajuda de psicólogos e psiquiatras para o paciente. Isso porque diversas evidências médicas demonstram que a adoção de terapias de combate à depressão podem diminuir os riscos para o coração de maneira bastante significativa”, conclui o psiquiatra.

Problema emocional ou neurológico?

O neurologista clínico do HCor, Dr. Mauro Atra, explica que a doença está longe de ser uma situação apenas emocional, e que a depressão é uma doença do sistema nervoso central que se dá pela alteração química dos neurotransmissores.
“Geralmente, o problema é tratado e acompanhado por psiquiatras, que têm mais experiências com distúrbios que afetam as emoções do paciente. Nos tratados de medicina, a depressão é designada com uma doença psiquiátrica. Porém, em teoria, também podemos considerá-la um problema neurológico, já que envolve estruturas cerebrais e neurotransmissores”, afirma o Dr. Atra, do HCor.
A atuação de neurologistas é importante para o auxílio de casos de depressão que evoluem a partir de quadros neurológicos como depressão pós-AVC. “Porém, mesmo nestes casos, a presença dos psiquiatras é muito importante. Uma vez que podem oferecer mais exatidão tanto no acompanhamento quanto no acerto de medicações específicas para o controle da doença”, conclui Dr. Atra.

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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Dicas para melhorar a saúde vascular e afastar o risco de doenças em artérias e veias


Com a mudança de hábitos e a conquista de qualidade de vida, afasta-se o risco de doenças vasculares. 

Embora a genética esteja associada ao aparecimento de doenças em artérias e vasos sanguíneos, existem alguns cuidados que podem ser tomados para afastar esse risco. “Quando melhoramos a circulação sanguínea, por meio da alimentação, do exercício e de outros hábitos de vida, evitamos doenças ou a piora de um quadro”, ressalta a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, médica atuante em Medicina do Estilo de Vida e membro do American College of Lifestyle Medicine.

A médica listou atitudes não tão difíceis que aliviam sintomas e podem até prevenir doenças vasculares:

Cuide da sua alimentação – Essa dica é focada em três pilares: evitar alimentos que podem ser ‘bombas’ para artérias; melhorar o funcionamento do intestino; e controlar a obesidade e sobrepeso. “Uma dieta baixa em colesterol e gordura saturada pode reduzir o risco de aterosclerose, que é um processo de acúmulo de placas em suas artérias. A placa retarda ou interrompe o fluxo sanguíneo”, afirma a médica. O bom funcionamento do intestino é um aliado na medida em que o aumento da pressão sobre as veias do abdômen, por conta da prisão de ventre e inchaço, pode comprometer a circulação das veias das pernas. “Acrescente ao cardápio frutas como mamão, legumes, verduras e sementes. Se não funcionar, os pré e probióticos podem ajudar, desde que bem orientados por médicos ou nutricionistas”, afirma a Dra. Aline. Por fim, a médica lembra que pessoas obesas têm maior disposição de desenvolver problemas vasculares por causa da quantidade de volume sanguíneo dentro das veias que se eleva. “Além disso, a gordura acumulada dentro dos vasos sanguíneos também acarreta em uma má circulação. Além das varizes, outra complicação que pode surgir entre obesos é a trombose em decorrência do mau bombeamento do sangue para o corpo inteiro, gerando doenças ligadas ao sistema vascular”, afirma a médica. A obesidade e o sobrepeso aumentam a pressão exercida sobre os vasos e também favorece inflamações. Comer o essencial, controlar a quantidade de açúcar, sódio e gordura deve fazer parte da vida de qualquer pessoa que quer minimizar os sintomas ou evitar as varizes.


Água sempre – Água, sucos e chás são recomendados para melhorar a circulação do sangue. “Quanto menor a ingestão de água, maior a viscosidade do sangue. Além disso, a desidratação também favorece a queda da pressão arterial, ameaçando vários órgãos. O consumo adequado de água garante que o organismo seja irrigado e bem nutrido de sangue”, enfatiza. Por outro lado, cuidado com o consumo excessivo de álcool: “Apesar de estudos apontarem que o consumo de pequenas quantidades diárias de álcool pode trazer benefícios à saúde, ingerir álcool em excesso pode fazer com que o organismo retenha mais líquidos e aumente a pressão sobre as veias e artérias, já que o álcool favorece a desidratação”, explica a médica.

Exercite seu corpo – “A panturrilha é o coração das pernas: a cada contração muscular bombeamos o sangue e ativamos a nossa circulação. Situações onde essa musculatura fica parada muito tempo podem causar uma retenção de líquido nas pernas, levando a inchaço, pernas pesadas, cansadas e aumentando a predisposição de desenvolver varizes e trombose venosa”, afirma a médica. E nem precisa ser atleta profissional, já que os exercícios de baixo impacto são benéficos, pois a contração da musculatura em caminhadas por exemplo, entre outros benefícios, aumenta a velocidade do fluxo do sangue nas veias, melhorando o retorno do sangue ao coração. Uma dica valiosa é participar de caminhada com amigos, para melhorar a circulação nas pernas e promover o crescimento de novos vasos sanguíneos.


Controle suas doenças – Se você tem pressão alta (hipertensão) você está em um risco aumentado de ataque cardíaco, derrame, insuficiência cardíaca ou danos vasculares. Então verifique sempre sua pressão e converse com seu médico. “Se você tem diabetes, trabalhe para manter seu nível de glicose no sangue sob controle. Pessoas com diabetes correm um risco maior de doença arterial periférica devido aos danos que a doença pode causar aos vasos sanguíneos. Verifique com seu médico se você está tendo problemas com seu diabetes”, afirma a especialista.
Tome cuidado com os hormônios e anticoncepcionais – O hormônio dos anticoncepcionais altera a circulação e aumenta o risco de formação de coágulos nas veias profundas, dentro dos músculos. “Consulte sempre seu médico de confiança e discuta o seu anticoncepcional. Toda medicação está sujeita a complicações e a decisão se o risco/benefício dessa droga vale a pena é feito entre você e o seu médico”, alerta.


Apague o cigarro – A médica enfatiza que a nicotina está ligada à diminuição da espessura dos vasos sanguíneos. “Além disso, o monóxido de carbono oferece um fator adicional de risco ao diminuir a concentração de oxigênio no sangue. Todo esse processo pode causar complicações para o normal funcionamento dos vasos, que ficam mais susceptíveis ao entupimento, podendo levar a processos de trombose principalmente quando há fatores de risco envolvidos”, afirma a médica. Alguns estudos também sugerem que a exposição à fumaça do cigarro resulta na ativação das plaquetas e estimulação da cascata de coagulação, por isso há um aumento na incidência de trombose arterial em fumantes. “Ao mesmo tempo, as propriedades anticoagulantes naturais são significativamente diminuídas”, comenta. Outra complicação do cigarro é que o ele dificulta o importante papel do sangue no processo de cicatrização, após cirurgias e procedimentos. “O vaso mais estreito tem um fluxo menor de sangue e o suprimento de oxigênio aos tecidos é afetado. Isso dificulta a cicatrização e pode causar até necrose de pele. Várias substâncias no cigarro dificultam a formação de fibroblastos, células ligadas ao processo cicatricial”, comenta.

Consulte um médico – O check-up vascular trabalha com o que há de mais importante na Medicina moderna: a prevenção. “Visite anualmente seu angiologista e faça exames para saber se tudo está de acordo”, finaliza.

Outra dica importante é relaxar fazendo o que gosta e manter o bem-estar sempre que possível. Uma alternativa é adquirir uma Poltrona de Massagem, como a Coral, por exemplo.  O produto possui 78 airbags, 8 massagens automáticas, Massagem 3D, Aquecimento lombar, torção de cintura, extensão de panturrilha, entre outros pontos. Ficou interessado, acesse www.massagear.com.br e consulte o maior portal de vendas de poltronas de massagem da WEB

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

97% dos empresários pretendem investir mais em 2019

Reformas tributária e previdenciária devem ser prioridades para o novo governo, aponta pesquisa com executivos de 826 empresas de todo o País


A pesquisa “Agenda 2019”, realizada pela Deloitte logo após o término do ciclo eleitoral – entre 29 de outubro e 5 de novembro –, apontou as expectativas do empresariado brasileiro para o governo eleito e os seus próprios negócios. O levantamento foi aplicado junto a representantes de 826 organizações de 32 segmentos econômicos e cuja soma das receitas totalizou R$ 2,8 trilhões no último ano (corresponde a 43% do PIB nacional). Do total dos respondentes, a grande maioria é composta por tomadores de decisão nas corporações: 66% ocupam posições de presidentes, diretores, superintendentes e conselheiros; e 23% são gerentes.

Prioridades governamentais

Ao avaliar cinco áreas de atuação, os executivos entrevistados sinalizaram em respostas múltiplas (no limite de até 4 escolhas) quais devem ser as principais prioridades para o governo que assume em 1º de janeiro próximo:

Reformas – O empresariado apontou que o novo Executivo eleito deve priorizar a aprovação, no Congresso Nacional, sobretudo, das reformas tributária (apontada por 93% dos entrevistados), previdenciária (90%) e política (80%). Na 4ª posição, ficou a revisão das leis trabalhistas, indicada por 36%.

Gestão pública – Os líderes empresariais esperam que o governo priorize o combate à corrupção (item assinalado por 62%) e o ajuste fiscal das contas públicas (61%). Demais medidas de impacto na gestão pública foram indicadas por parcelas bem menores de entrevistados, com destaque para a realização de novas privatizações (33%).

Atividade econômica – Estimular a geração de empregos – fator preponderante para o aumento da renda e do consumo – deve ser a prioridade do governo para 80% dos executivos. Na sequência, aparecem com altos índices de apontamento: manter a inflação abaixo dos 5% ao ano (58%) e implementar políticas que ampliem a participação do Brasil no comércio exterior (53%).

Atividade empresarial – no estímulo ao ambiente de negócios, a pauta de prioridades do empresariado se revela mais pulverizada do que para outros temas da pesquisa. Cinco medidas aparecem com destaque nos apontamentos: melhorar e ampliar as Parcerias Público-Privadas – PPPs (52%), ampliar a oferta de crédito às empresas (51%), investir na melhoria dos processos de abertura e fechamento de empresas (48%), mais incentivo para que as empresas se adaptem aos conceitos da Indústria 4.0 e da transformação digital (48%), e mais incentivos tributários para programas, pesquisas e projetos de inovação (48%).

Investimentos sociais – Refletindo a preocupação com a qualificação do trabalhador brasileiro, a área indicada como prioritária para receber investimentos sociais é a “educação”, apontada por 84% dos entrevistados. Em seguida, aparecem “segurança pública” (77%) – um dos temas mais discutidos no período eleitoral –, e “saúde” (65%). Demais áreas aparecem com volume bem menor de apontamentos.

Tamanho do Estado

No momento em que cresce a discussão sobre qual deve ser o tamanho e nível de interferência do governo na economia e na sociedade, a pesquisa “Agenda 2019” apontou que a visão predominante do empresariado varia de acordo com a atividade avaliada. As áreas que mais requerem um Estado forte atuando, na visão dos entrevistados, são as de segurança pública (indicada por 93% deles), saúde (79%) e educação e formação técnica (71%). Já os setores nos quais a intervenção do Estado deve ser menor são os de serviços bancários (73%), siderurgia e metalurgia (71%) e telecomunicações (69%).

Aposta no governo

Para 56% dos executivos, o novo governo vai ser capaz de endereçar parcialmente as prioridades escolhidas por eles próprios; 38% apostam que ele vai endereçar na sua plenitude. Outros 4% não acreditam que a nova administração conseguirá atender às suas expectativas e 2% não souberam responder.

Expectativas para os negócios

A “Agenda 2019” questionou os decisores empresariais também a respeito do que esperam para os seus próprios negócios em 2019, em aspectos como investimentos, captação de recursos, contratação de pessoas, vendas e outros itens:

Investimentos – Quase a totalidade dos entrevistados (97%) indicou a pretensão de realizar investimentos ou implementar ações que desenvolvam os seus negócios em 2019. As respostas indicaram que 60% pretendem lançar novos produtos ou serviços e 56% devem adotar novas tecnologias. Sinalizando a relevância da qualificação de pessoas, 49% manterão iniciativas de treinamento e formação para os seus funcionários, enquanto 38% criarão novas iniciativas nessa direção. A preocupação com as transformações disruptivas em curso no mercado se revelam na intenção de 37% em incrementar suas frentes de pesquisa e desenvolvimento de produtos e/ou serviços, e de 30% em substituir e/ou adquirir novas máquinas e equipamentos. Um quarto dos participantes da pesquisa (25%) indicou que suas empresas vão ampliar os pontos de venda.

Captação – A busca de recursos para se capitalizar em 2019 deve ser uma realidade para 70% das empresas representadas na pesquisa. Entre as formas de captação mais mencionadas pelos entrevistados, destacam-se os aportes dos próprios proprietários ou acionistas, os empréstimos originados de bancos de fomento (como o BNDES) e de bancos de varejo (todas essas alternativas assinaladas por 24% dos entrevistados). Receber aportes dos controladores da empresa, ou mesmo de fundos de investimento, é a expectativa de 20% e 11%, respectivamente. Emissão de títulos de dívida é uma possibilidade indicada por 6%. A abertura de capital (IPOs) está na pauta de representantes de 10 empresas participantes do levantamento (cerca de 1% do total dos entrevistados).

Contratações – Em questão de escolha única, 47% dos líderes empresariais indicaram a intenção de aumentar o quadro de funcionários de suas respectivas empresas em 2019. Outros 32% pretendem manter o número de funcionários no patamar atual, mas realizando substituições, enquanto 14% devem preservar o quadro sem realizar trocas. Dentre os 7% dos entrevistados que indicam que vão diminuir o quadro de funcionários, quase metade (46%) sinaliza que a decisão está sendo influenciada por fatores como a robotização, a automação de processos e a substituição por talentos mais qualificados.

Otimismo – As expectativas do empresariado indicam um claro otimismo para 2019, na medida em que 69% acreditam que as vendas vão aumentar (outros 16% apostam em manter o patamar de 2018); 46% devem investir mais em equipamentos (outros 42% manterão os investimentos nos níveis atuais); 53% vão ampliar os treinamentos e investimentos em qualificação (37% indicam que vão manter); e 49% vão investir mais em pesquisa e desenvolvimento (40% manterão).
Qualificação e competitividade

“A questão da qualificação do profissional brasileiro e a busca de competitividade em tempos de transformação tecnológica acelerada são dois fatores de preocupação das empresas que emergem claramente dessa pesquisa”, analisa Othon Almeida, sócio-líder de Market Development e Talent da Deloitte, ao observar a consolidação das respostas para perguntas de áreas distintas de questionamento da “Agenda 2019”.

No apontamento das prioridades para o novo governo eleito, por exemplo, entre todas as respostas às questões que envolveram as cinco áreas pesquisadas, a educação aparece como o terceiro item mais assinalado (84%) desse levantamento, abaixo apenas da emergência das reformas tributária (93%) e previdenciária (90%). Por sua vez, nas intenções de investimento das próprias empresas para 2019, a manutenção de iniciativas de treinamento e formação para os funcionários aparece já na 3ª posição (49%); logo na 4ª, surge o percentual dos que vão desenvolver novas ações nesse sentido (38%).
Além disso, nas medidas de estímulo do governo à atividade empresarial, aparecem cinco itens indicados com níveis muito similares de priorização. Entre eles, está a reivindicação de apoio para que as organizações se adaptem às mudanças trazidas pela Indústria 4.0 e à transformação digital (item assinalado por 48%), e aparece também a busca por mais incentivos tributários para programas, pesquisas e projetos de inovação (também com 48%).

Ao avaliar o tamanho ideal do Estado em diversas atividades econômicas e sociais, 65% dos entrevistados indicam que o governo deveria atuar mais do que atualmente para alavancar pesquisa e desenvolvimento no País.

Por fim, “quando quase metade (46%) do grupo daqueles que preveem demitir funcionários no próximo ano alegam estar influenciados por fatores como a robotização, a automação de processos e a troca por funcionários mais qualificados, fica evidente, mais uma vez, a relevância dos movimentos disruptivos que afetam hoje o emprego e as operações das organizações”, ressalta Othon, que chama a atenção também para o fato de que 90% das empresas representadas na pesquisa devem manter ou aumentar treinamentos e investimentos em qualificação no próximo ano.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Banco Central diz que diminuíram incertezas para a economia


Após as eleições, o Banco Central destacou que diminuíram as incertezas para a economia brasileira, com redução de preços de ativos, como o dólar. A afirmação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), divulgada nesta semana, em Brasília. Na última semana, o comitê decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano.
“Essa diminuição de incertezas contribuiu para redução do grau de assimetria no balanço de riscos para a inflação. Não obstante essa melhora, os membros do Copom concluíram que os riscos altistas para a inflação seguem com maior peso em seu balanço de riscos”, diz a ata.

Após as eleições, o Banco Central destacou que diminuíram as incertezas para a economia brasileira, com redução de preços de ativos, como o dólar. A afirmação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), divulgada hoje (6), em Brasília. Na última semana, o comitê decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano.
“Essa diminuição de incertezas contribuiu para redução do grau de assimetria no balanço de riscos para a inflação. Não obstante essa melhora, os membros do Copom concluíram que os riscos altistas para a inflação seguem com maior peso em seu balanço de riscos”, diz a ata.

No “balanço de riscos”, o Copom considera que o nível de ociosidade elevado da economia pode reduzir a inflação. Por outro lado, “uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira” pode elevar a inflação. “Esse risco se intensifica no caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes [como o Brasil]”, acrescentou.

Conjuntura

Na ata, o Copom avaliou ainda que a conjuntura recomenda flexibilidade para a condução da política monetária (definição da taxa Selic). Por isso, optou por não sinalizar qual será seu próximo passo em relação à Selic.
“Os membros do Copom reforçaram a importância de enfatizar seu compromisso de conduzir a política monetária visando manter a trajetória da inflação em linha com as metas. Isso requer a flexibilidade para ajustar gradualmente a condução da política monetária quando e se houver necessidade”, destaca.
Segundo a ata, a inflação acumulada em 12 meses deve subir e atingir seu pico por volta do segundo trimestre de 2019. “A partir de então, a inflação acumulada em 12 meses deverá recuar ao longo do resto de 2019, em direção à meta”, acrescenta.
A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Cotação do dólar

O Copom também avaliou o repasse da variação da cotação do dólar para os preços da economia.
De acordo com a ata, “com exceção de alguns preços administrados, o nível de repasse tem se mostrado contido”. “[Os membros do Copom] ponderaram, entretanto, que a intensidade do repasse de movimentos no câmbio para a inflação depende de vários fatores, como, por exemplo, o nível de ociosidade da economia e da ancoragem das expectativas de inflação”, diz a ata.
O Copom é formado pelos diretores e presidente do BC, Ilan Goldfajn. Eles são os responsáveis por definir a taxa Selic.

Essa taxa é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da taxa básica de juros indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

FONTE: Repórter da Agência Brasil

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Novos valores, Novas Oportunidades

O recente eleito presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL) já tem três nomes de ministros do novo governo: Paulo Guedes para o Ministério da Economia; o general da reserva Augusto Heleno para a Defesa; e o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil. Está certa também para a pasta da Ciência e Tecnologia a escolha do tenente coronel da reserva da Aeronáutica Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro.

Veja o perfil de cada um dos 4 ministros já escolhidos:
 Paulo Guedes: Paulo Roberto Nunes Guedes (Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1949) é um economista brasileiro. Mestre pela Universidade de Chicago, onde recebeu seu Ph.D, atuou como professor na PUC-Rio, FGV, entre outros. Foi um dos fundadores do Banco Pactual, além de ter fundado e dirigido fundos de investimentos e empresas. Foi colunista dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo e das revistas Época e Exame, além de ter sido um dos fundadores do Instituto Millenium, onde escreve regularmente.
Augusto Heleno: Augusto Heleno Ribeiro Pereira (Curitiba, 29 de outubro de 1947) é um general-de-exército da reserva do Exército Brasileiro. Foi comandante militar da Amazônia e Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia. Tem posições claramente críticas com relação às políticas oficiais, particularmente com relação à atitude da comunidade internacional com relação ao Haiti e à política indigenista do governo brasileiro.

 Onyx Lorenzoni: Onyx Dornelles Lorenzoni (Porto Alegre, 3 de outubro de 1954) é um político brasileiro, veterinário e empresário. Atualmente exerce seu quarto mandato de deputado federal. Formado em Medicina veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), presidiu a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados entre 2008 e 2009.

 Marcos Pontes: Marcos Cesar Pontes (Bauru, 11 de março de 1963) é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB), atualmente na reserva. Foi o primeiro astronauta brasileiro, sul-americano e lusófono a ir ao espaço, na missão batizada "Missão Centenário", em referência à comemoração dos cem anos do voo de Santos Dumont no avião 14 Bis, realizado em 1906. Em 30 de março de 2006 partiu para a Estação Espacial Internacional (ISS) a bordo da nave russa Soyuz TMA-8, com oito experimentos científicos brasileiros para execução em ambiente de microgravidade. Retornou no dia 8 de abril, a bordo da nave Soyuz TMA-7. Desde 2011, atua como embaixador da Organização da ONU para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO).
   

A Massagear deseja todo o sucesso aos novos e futuros Ministros do Brasil, e espera que o Brasil com eles e juntamente com o presidente Jair Bolsonaro, volte ao caminho do crescimento e sucesso.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

A eleição que pode mudar o Brasil

Apesar das opiniões divergentes, debates entre amigos e familiares, um fato unifica a sociedade sobre as eleições de 2018: todos querem a transformação do País. Marcado por uma crise econômica aguda, que gerou mais de 13 milhões de desempregados, uma corrupção escancarada que levou diversas lideranças políticas para atrás das grades, um orçamento público desequilibrado e políticos sem representatividade junto à sociedade, o Brasil caminha para uma nova eleição carregado de esperanças, opondo dois projetos políticos bem definidos. As pesquisas indicam a vitória do candidato Jair Bolsonaro (PSL), contra Fernando Haddad (PT). Embora somente o resultado das urnas poderá confirmar o novo presidente do Brasil.

Também decidiremos o novo governador de São Paulo, em uma disputa acirrada entre João Dória (PSDB) e Márcio França (PSB). O empate técnico apontado por diversas pesquisas leva a dúvida sobre a vitória até a apuração final.

Portanto, nesse domingo (28), compareça as seções eleitorais e deposite não só seu voto, mas a esperança em uma renovação do País, em que o crescimento econômico, as oportunidades e a paz estejam novamente coroando a bandeira verde e amarela.

Informações importantes

Para a Justiça Eleitoral, cada turno de votação é considerado uma nova eleição e, por isso, o eleitor que não votou no primeiro turno deverá votar no segundo turno, desde que esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral. Mesmo não tendo justificado sua ausência no primeiro turno, ele não está impedido de votar no segundo, porque têm até 60 dias para fazê-lo.

Além da escolha do próximo presidente da República, no dia 28, os eleitores vão definir o nome de governadores de 13 estados e do Distrito Federal e prefeitos de 19 cidades. Neste último caso, são as chamadas eleições suplementares, previstas no Código Eleitoral em casos específicos, geralmente quando há condenação eleitoral ou criminal, abuso de poder político, compra de votos, cassação de mandato, entre outros casos, por parte dos políticos.

Assim como no primeiro turno, quem não comparecer para votar neste domingo é obrigado a justificar sua ausência.

Justificar

Eleitores em trânsito poderão justificar a ausência nas urnas em aeroportos. A lista poderá ser alterada com menos ou mais postos, de acordo com decisão dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de cada estado. Para justificar o voto o cidadão deve levar um documento oficial com foto, o título de eleitor ou o número do documento.

O formulário de justificativa eleitoral preenchido deve ser entregue no local destinado ao recebimento das justificativas na zona eleitoral. Caso não tenha o formulário em mãos, o eleitor pode retirar e preencher no local.

A justificativa também pode ser feita por meio de um Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que deve ser entregue pessoalmente em qualquer cartório eleitoral ou ser enviado, por via postal, ao juiz da zona eleitoral onde o eleitor está inscrito. Os endereços dos cartórios eleitorais podem ser obtidos no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para envio é de 60 dias após cada turno da votação. A RJE deve ser acompanhada de documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

A ausência também pode ser justificada por meio do Sistema Justifica. A ferramenta permite a apresentação do RJE, pela internet, após a eleição. Ao acessar o sistema, o eleitor deve informar os dados pessoais, declarar o motivo da ausência às urnas e anexar documentação comprobatória digitalizada. O requerimento será encaminhado para zona eleitoral do eleitor, gerando um código de protocolo para acompanhamento do processo.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Saúde da mulher em foco

Durante o Outubro Rosa - campanha que visa chamar a atenção aos exames preventivos do Câncer de Mama – a reflexão sobre a saúde da mulher vem à tona em toda a sociedade.
Trata-se de uma doença que se dá pela multiplicação de células anormais na mama, que geram o tumor. Por não apresentar sintomas em sua fase inicial, acaba dificultando a detecção precoce pelas mulheres. O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) estima que em 2018 a incidência de câncer de mama no Brasil será de 59 mil casos.

Apesar da grande preocupação quanto a essa doença, outros temas relacionados à saúde da mulher chamam a atenção da sociedade, ainda mais no Outubro Rosa.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, as doenças cardiovasculares causam o dobro do número de mortes em relação a todos os tipos de câncer que atingem o aparelho reprodutor feminino - o maior alvo de preocupação de mulheres em relação à saúde preventiva.

Atualmente as doenças cardíacas na mulher já ultrapassam as estatísticas dos tumores de mama e útero. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares respondem por um terço das mortes no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por ano, ou seja, mais de 23 mil mulheres por dia. Entre as brasileiras, principalmente acima dos 40 anos, as cardiopatias chegam a representar 30% das causas de morte, a maior taxa da América Latina.

De acordo com a Dra. Magaly Arrais, cirurgiã cardiovascular do HCor, este índice mostra que, embora as mulheres já tenham se conscientizado sobre a importância da realização de exames para a prevenção de doenças ginecológicas e câncer de mama, por exemplo, ainda cuidam pouco da saúde do coração. "A primeira visita ao especialista deve acontecer aos 30 anos. Já quem tem familiares com problemas cardíacos deve procurar avaliação antes desta idade. Durante a primeira consulta, o cardiologista vai aferir a pressão arterial e solicitar a realização de exames laboratoriais e de imagem", explica Dra. Magaly Arrais.

Segundo a cirurgiã cardiovascular do HCor, os principais fatores que prejudicam o bom funcionamento do coração e, consequentemente, alteram os resultados dos exames são a má alimentação, estresse, fumo e sedentarismo, além de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes. "As mulheres ainda contam com o agravante da menopausa. O estrogênio, hormônio fabricado durante a fase reprodutiva, que vai dos 12 aos 45 anos, normalmente, ajuda a proteger os vasos sanguíneos e a controlar os níveis de colesterol e triglicerídeos. Na menopausa, a fabricação do hormônio diminui, fazendo com que o coração perca uma proteção natural e fique mais sujeito ao infarto", alerta.

Infarto em mulheres: estudos mostram que, embora a incidência de infarto seja maior no grupo masculino, as mulheres morrem mais. De acordo com um levantamento feito nos Estado Unidos, do total de mulheres infartadas, 14,6% morreram, enquanto entre os homens o índice de mortalidade foi de 10,3%. Os especialistas acreditam que boa parte dessa diferença se deve ao fato de que o infarto sem dor é mais comum nas mulheres. “Esse estudo reforça que os sintomas das mulheres não são típicos. Na prática, o desconhecimento geral sobre os sinais do infarto na mulher resulta em falha no socorro, o que é fatal para muitas,” alerta a Dra. Magaly Arrais.

Quando o homem vai ter um infarto, costuma sentir uma forte dor no peito que irradia para os braços. Entretanto, para as mulheres é comum sentir náusea, fraqueza, dores gástricas, falta de ar, dor que irradia pelas costas, ombros e mandíbula - sintomas que podem ser confundidos com outras doenças. “Por isso ao sentir os sintomas do infarto, como uma dor repentina na boca do estômago, peito ou nas costas, é preciso ficar alerta. O tempo é fundamental para a preservação da vida. Na dúvida, é melhor ligar para o SAMU ou seguir diretamente para o hospital. Ao chegar na emergência, será realizado o monitoramento cardíaco e um eletrocardiograma para verificar se há alguma alteração no coração. Caso seja confirmado, serão tomadas as devidas providências, de acordo com o caso. Entre os principais procedimentos, estão: medicação, cirurgia, como a angioplastia com stent para desobstruir a artéria, e internação", detalha.

A ROMA LIMPEZA TÉCNICA apoia a Campanha Outubro Rosa, criando meios propagar informações sobre as prevenções.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O mercado de Luxo no Brasil

O mercado de luxo cresce cada vez mais no Brasil. Uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre 2013 e 2017, o segmento deve crescer até 25% no país. Além disso, espera-se que, neste mesmo período, as classes A e B cresçam 29%, chegando a 29 milhões de pessoas. Enquanto isso as classes D e E devem sofrer uma redução, passando de 73 para 43 milhões de pessoas.
O mercado de lixo oferece produtos com uma certa exclusividade ou com uma qualidade diferenciada e conforto.
Sendo assim, veja alguns produtos que agradam hoje, os mais exigentes:

Iate: Azimut Grande 30 Metri, o maior e mais luxuoso iate já produzido no Brasil.
A embarcação nacional, que terá a primeira unidade entregue em junho, conta com vários pavimentos e capacidade para mais de uma dezena de pessoas acomodadas confortavelmente. Até o momento, dois brasileiros já desembolsaram a quantia milionária pela embarcação.
Produzido em Itajaí, Santa Catarina, o iate chama a atenção pelos seus números extravagantes. Com o preço inicial de R$ 45 milhões, a embarcação pode ser customizada e ver seu valor subir mais de 10% conforme o gosto e bolso do cliente. Assim como em carros novos, é possível alterar configurações internas e externas da embarcação, como cores e acessórios.

Automóveis: De qualquer forma, essas marcas não são as únicas a fabricar carros caros e, de certo ponto, luxuosos no Brasil. A escalada de preços dos carros novos fizeram com que alguns produtos literalmente custassem o mesmo que outros evidentemente de origem Premium. Neste Top 5, vamos abordar os carros mais caros e luxuosos feitos no Brasil e isso significa obviamente que não consideraremos a Argentina no ambiente do Mercosul. Para elevarmos mais o patamar do quão são caros, consideraremos as versões mais caras de cada modelo, a fim de termos uma ideia clara desse cenário.
1) BMW X4 xDrive28i X Line 2.0 Turbo – R$ 324.950
2) BMW X3 xDrive30i X Line 2.0 Turbo – R$ 309.950
3) Land Rover Discovery Sport HSE 2.0 Diesel – R$ 289.900
4) Range Rover Evoque HSE Dynamic 2.0 Diesel – R$ 286.500
5) BMW 328i M Sport 2.0 Turbo – R$ 259.950
Champagne: Em 2013 a Goût de Diamants resolveu que ia lançar o champanhe mais caro do mundo. O Taste of Diamonds é outro caso de supervalorização por conta da embalagem. A garrafa foi projetada pelo designer de Luxo Alexander Amouso e o nome do comprador é gravado em uma placa de ouro maciço 18 quilates. Preço: mais de 7 milhões de reais atualmente.

Viagem: A tendência para esse ano vem sendo viagens pouco exploradas pelo grande público, incluindo destinos como Irã, Líbano e Ruanda que aparecem como opção para os brasileiros mais experientes. Alguns conceitos estão sendo mais levados em conta, como “Cold is Hot” relacionado a lugares poucos explorados pelo o turismo, como o Ártico, Alasca e Patagônia. A corrida para ver a Aurora Boreal, descrita como experiência única no mundo, é outro desejo expressado pelos viajantes. Ou “Estreitar laços familiares” é outro item presente como tendências para 2018. Segundo a agência, para o próximo ano, os viajantes continuam com o desejo de conhecer lugares novos com toda a família. Aluguel de casas, cruzeiros em grupos e outras experiências são opções para reforçar as lembranças para os pequenos e o afeto entre os adultos.

Conforto em Casa: Para todos, nossa casa é o nosso porto seguro em relação ao mundo, nela ficamos à vontade, relaxamos e ficamos mais próximos das coisas que mais gostamos. Assim, cada vez mais o luxo dentro de residências se faz necessário, como uma Poltrona de Massagem Coral Marrom oferece uma gama de técnicas de massagens conhecidas pelos apreciadores de uma boa massagem. É possível fazer massagens manuais, inclusive, na qual você mesmo cria seu programa de massagens, escolhendo as técnicas, velocidades e intensidades. Tudo isso podendo ser salvo na memória para ser acessado posteriormente. As massagens possuem 5 modos de velocidade e 5 modos de largura, ou seja, além de escolher o que será massageado, você poderá escolher a velocidade dos massageadores.